Updates

Eu não tenho como dizer que vou reativar esse blog, mas prometo ser menos espasso que de costume. Vou reativar e concluir ambos os contos até o fim de novembro (/promessa)(dedos cruzados).

Fato é que minha vida tá uma loucura e  esse blog é sobre minha vida. Mas atualmente não rola de ter uma loucura E ter tempo de escrever sobre ela tendo q escrever sobre tanta coisa. Mas como vou poder escrever os contos, novas coisas virão.

E ah: novidade a caminho com musicisnottheenemy, um blog apenas sobre música deu e um parceiro de soulseek.

No mais, até breve.

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Divã

- Adorei ter te conhecido.
- Pois é, passei por muita coisa nesse ano e foi realmente uma coisa que pouca gente notou no fim das contas pq foi uma mudança interna, mas foi algo mto grande e que eu ainda tô colhendo as consequências, mas sim, adorei ter te conhecido também.

Vou sentir falta daquele sorriso.

Revivendo o passado: “Qual sua visão do amor hoje.”

O amor é uma das sensações mais cruéis que o ser humano passará. Seja o amor conjugal, o amor fraternal, o ser humano não perdura, e sim ssuas ações. Estas duram para nos lembrar do que passamos e de como as coisas passaram. Sendo a própria felicidade um estado efêmero de humor, o amor está subjugado pelas mesmas leis.

Sendo o seu amor, ou o da pessoa amada, que acabou, ou mesmo o de nenhum, apenas a existência de um tendo acabado, o que sobram são as lembranças vivas de algo sem volta. Lidar com essa saudade é saber se ver livre da dor, anestesia que só vem com o tempo e leva embora o sentimento restante, deixando uma indiferença agridoce.

Mas todo ser humano passará, pois todos precisam de contato para serem humanos, e como cada um é algo infinito em possibilidades, esse apego que gera o amor surge, quer queira quer não. Pensar no fim é amargo, mas o antes e o durante do amor, que tem seu próprio calendário pois não há quem não tenha sua vida dividida em antes e depois de uma pessoa especial, é algo doce. E o amargo mostra o que era o doce, mas não fica imune à influência deste. Agridoce é o gosto completo do sentimento, ou gama de sentimentos, completos e complexos que é o amor.

Questão final de uma prova do segundo semestre de faculdade, respondida em poucos minutos restantes para o fim do tempo.  Se alguém identificar o processo que vivenciei nessa época e permeia o texto ganha um doce. Dica: not a heartache.

Rapidinha

Não nasci pra vibe stalker. Sou gentil, simpático, carinhoso, mas sou objetivo acima de tudo.

Resumo das férias

5gb de filmes

Aprox 20gb de seriados

15gb de música nova

Duas recordações marcantes.

3 contos.

7 livros.

14 revistas.

- 4 sisos.

0 pessoas perturbando minha cabeça.

Now IIIIIIIIII’ve haaaaaaaad the time of my liiiiiife…

I don’t care if monday’s blue

falling_star

- Fez seu pedido?

(esse post devia ter vindo na terça, mas antes tarde do que nunca)

Bombril na antena

Tem algo fantástico sobre a escrita que escapa dos leitores comuns. Ainda tô aprendendo o porquê, mas o processo da escrita é algo que envolve uma permissividade. Você deve deixar que o texto fale por si só, e nesse meio ele irá te trair. Você pode ser um Camões e ter o controle pleno das ferramentas, mas a escrita possui uma alma que não pode ser contida, uma alma que dá uma voz àquelas palavras corriqueiras e fala além da voz do autor, além da voz na cabeça de cada leitor (quem nunca foi discutir um livro com alguém e notou que o outro havia notado coisas que você ñ notou? Isso é leitura.), uma voz mais antiga.
Bem, é fato de que essa traição da escrita não necessariamente será algo negativo (e na verdade nem deve, mas deixa pra frente). O fantástico é que a traição do texto enriquece ele com uma contradição que pode dar uma língua nova ao texto inteiro. Afinal, hoje mesmo entreguei um texto que deveria falar da infância numa aulae, surpreso, a professora queria saber se era mesmo infância. O foco do texto para mim, que escrevi, era narrar a vida de alguém de 12. A professora achou que havia um monólogo. E enquanto o texto permanece em aberto, ora descritivo, ora realmente dialogado (existe a primeira e a terceira num processo meio Graciliano-ish) em primeira pessoa (eu + eu não é bem um nós), revi muitos textos antigos como leitor. E onde foi parar a carga emocional que moveu meus braços? A tristeza hoje soa como raiva, a desolação soa como impetuosidade, e isso, deixando de lado a técnica, é dizer que o implosivo se tornou explosivo quando saí do papel de criador para o de consumidor de mim mesmo.
E o texto me traiu? Sim. E a tensão? Descobrir como conseguir sair do implosivo quando criador e me tornar explosivo. Já a postura de consumidor, essa pode ser o que bem entender. Minha antena anda fragilizada e é nela que devo concentrar esforços nesse aspecto. E que venha o divã.